quarta-feira, 27 de julho de 2011

McDonald's inovando!


Muitos falam de marketing, marketing e sempre marketing porém ha muitas maneiras de explorá-lo. O McDonald's não busca algo tão diferente de tudo que já foi feito no mercado, porém tenta fugir dos padrões do famoso marketing padrão e cria uma ação muito interessante para realçar o interesse das crianças pela famosa caixinha feliz. O vídeo fala por si e pelo sucesso da campanha, assistam: 


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Era da sustentabilidade

SIG Combibloc lançou a nova embalagem EcoPlus




A embalagem EcoPlus, recentemente lançada na Europa, é uma embalagem cartonada asséptica para alimentos líquidos  que reduz  em 28% a emissão de CO2 quando comparada a uma embalagem convencional de 1 litro do mesmo formato, graças a uma composição do cartão. A redução do CO2 foi confirmada por um órgão independente e altamente reconhecido em ACV (Avaliação de Ciclo de Vida), o Instituto de Energia e Pesquisa Ambiental (IFEU) de Heidelberg, Alemanha. A embalagem EcoPlus contém mais de 80% de fibra de madeira, que é um recurso proveniente de fontes renováveis.
As características especiais do cartão garantem aos alimentos proteção à luz. A estrutura conta ainda com uma camada especial de poliamida ultrafina que age como barreira para proteger contra a perda de sabor e contra a contaminação por odores externos. Há também camadas finas, internas e externas, de polietileno que funcionam, respectivamente, como barreira a líquido e proteção à umidade.
Segundo Luciana Galvão, gerente de marketing da SIG Combibloc para a América do Sul, “a empresa trabalha para a melhoria contínua das embalagens cartonadas em relação aos benefícios ambientais. Na embalagem EcoPlus foi desenvolvida uma nova composição de carta que reduz a emissão de CO2, e, ao mesmo tempo, garante qualidade e proteção ao produto e garante que o alimento se manterá por um longo período sem refrigeração. Como elemento adicional todas as embalagens Ecoplus têm o selo FSC como prova que as fibras de madeira são provenientes de florestas com manejo sustentável e outras fontes igualmente controladas.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Tudo que você precisa saber sobre PONTO DE VENDA!


Vivemos em uma sociedade cada vez mais competitiva e, devido à desaceleração econômica, mais criativa, como aponta o ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS), Carlos Lessa, em entrevista à Terra Magazine, no ano passado: “Uma crise como essa gera uma floração intelectual intensa. A explosão de criatividade artística em 2009 será enorme”.

Do ponto de vista mercadológico, fica fácil entender o porquê da competitividade, já que novas empresas são criadas e produtos lançados diariamente, aumentando as opções de escolha do consumidor. Mas o que Lessa quis dizer com “floração intelectual intensa” e “explosão de criatividade artística”? Talvez, que existam inúmeras marcas concorrendo entre si para chamar atenção das pessoas, seja na fileira do supermercado ou no corredor do shopping e, devido à instabilidade econômica, as empresas que quiserem sobreviver terão de se destacar de alguma maneira. Uma alternativa é usar a criatividade na hora de montar o ponto-de-venda. “O consumidor está cheio de informação e cada vez mais exigente. É por isso que você precisa se diferenciar da concorrência para que seu produto se destaque aos olhos dele. Uma forma de fazer isso é aprimorando o ponto-de-venda”, afirma Alexandre Magno, sócio-fundador da Art Office Design. A opinião é compartilhada com a POPAI Brasil, associação sem fins lucrativos destinada ao desenvolvimento do merchandising, que realizou, em 2004, uma pesquisa com 1.860 consumidores de quatro capitais brasileiras sobre a importância do ponto-de-venda para o varejo. O resultado foi surpreendente. Apenas 19% dos consumidores sabiam quais produtos e marcas comprar antes de chegar ao ponto-de-venda. Outros 16% sabiam apenas o produto e 65% não sabiam nem um nem outro. Isso significa que 81% das compras naquele ano foram influenciadas pelos pontos-de-venda. Gráfico em forma de pizza com as porcentagens do parágrafo acima (Fonte: POPAI Brasil).No supermercado – Para Alexandre Magno, cuja agência é responsável pela conta de empresas como Ambev e Nike, é no ponto-de-venda que as coisas acontecem. “Essa é a hora de entregar o prometido. Todo o trabalho de branding, marketing e comunicação tem seu auge no ponto-de-venda. Quando o consumidor se defronta com um espaço atrativo, que tem boa exposição de produtos, sinalizações claras, embalagens sedutoras, preços atraentes e bom atendimento, ele compra.” Recentemente, a Danone decidiu investir no ponto-de-venda para aumentar as vendas do iogurte Corpus Light, como conta seu gerente nacional de trade marketing, Marcelo Costa: “Apostamos no poder dos pontos-de-venda para apresentar ao consumidor a nova roupagem do iogurte Corpus. Além da própria embalagem, foram desenvolvidos materiais diferenciados para evidenciar as novidades como testeiras, separadores, faixas de gôndola e cantoneiras”. Segundo Marcelo, ainda é um pouco cedo para saber se a ação atingiu as metas previstas. “Mas os resultados iniciais apontaram um crescimento de 47% nas vendas do iogurte no segundo semestre de 2008 em relação ao primeiro, reforçando a liderança da marca no segmento light”, finaliza.No comércio – A especialista em design e comunicação, Paula Rigo, fala sobre a importância do ponto-de-venda para o setor: “O ponto-de-venda é essencial ao comércio, pois é nele que estão contidos os elementos que fazem o consumidor se identificar com os produtos e serviços oferecidos”. A coordenadora do curso de extensão em arquitetura promocional (visual merchandising) da Universidade Positivo, Giselle Dziura, também acredita nessa ferramenta para transformar a experiência do consumidor em lucro. “O cliente precisa sentir-se parte do ambiente e do que ele simboliza por meio do olfato, visão, paladar, tato e até mesmo gustação. Ele deseja experimentar o produto e, nesse caso, é o ponto-de-venda quem proporciona isso”, explica. O diretor da Brainbox Design Estratégico, Zé Henrique Rodrigues, comenta que o ponto-de-venda deve estimular positivamente o consumidor através de um ambiente confortável. “Atualmente, existem lojas inteligentes que já se preocupam com isso. Elas colocam à disposição de seus clientes uma série de benefícios que agregam valor na hora da compra. A regra é: quanto mais o consumidor ficar dentro do ponto-de-venda, mais ele vai consumir. Então, se eu conseguir aumentar o tempo médio de permanência dele em minha loja, consequentemente estou aumentando o tíquete-médio desse cliente.”Sinestesia Segundo Zé Henrique, o objetivo principal de um ponto-de-venda é despertar o desejo de consumo. Como exemplo, é possível citar a embalagem de um produto alimentício. O consumidor precisa sentir o cheiro e o gosto através dos olhos. Isso chama-se sinestesia (quando um sentido é despertado por outros). A rede de franquias O Boticário aprendeu isso com quem entende melhor o ponto-de-venda: os consumidores. A empresa fez uma pesquisa com eles a fim de saber qual era o melhor ambiente de compra para o segmento de perfumaria e cosméticos. Com o resultado em mão, o ponto-de-venda foi desenhado da seguinte forma:

  • Setor do ponto-de-venda
  • Produtos expostos
  • Tato
  • Sabonetes e xampus
  • Olfato
  • Perfumes e cremes
  • Visão
  • Maquiagens 


Ao reestruturar seu ponto-de-venda, O Boticário fez com que as lojas da rede se transformassem em uma grande vitrine onde as pessoas podem entrar, tocar e provar os produtos sem a interferência de nenhum vendedor. Das 2,5 mil franquias da rede, 1,1 mil já foram adaptadas ao novo formato. Juntas, elas aumentaram em 15% as vendas da empresa.

Arquitetura do ponto – Se partirmos do princípio de que toda estrutura física de uma loja é um ponto-de-venda, é fundamental que lojistas valorizem mais valor a arquitetura do local, como explica o arquiteto e designer Dalton Vidotti: “A fachada e vitrine despertam o desejo do cliente de entrar na loja e o ambiente interno o estimula a permanecer lá dentro, aumentando a probabilidade da venda”. Dalton não fala isso da “boca pra fora”. No ano passado, ele recebeu o prêmio nacional de arquitetura da Asbea/Anfacer por seus trabalhos em pontos-de-venda.

Um dos trabalhos realizados pelo arquiteto foi a reestruturação da Artesanal Móveis e Decorações, de Curitiba, PR. Confira o antes e depois da reforma:

Antes - 
Análise preliminar 
» Excelente localização
» Problemas para expor os produtos
» Vitrines recortadas
» Dificuldade de reconhecer o mix de produtos

Depois - 
Resultado
» Melhoria nos processos de armazenamento e estoque
» Informatização de todos os departamentos
» Ampliação da fatia de mercado (clientes não tradicionais)
» Crescimento de 30% no faturamento

Para saber mais:
Visite os sites: www.popaibrasil.com.br e www.tamanduadesign.com.br

Colaborou nesta matéria: Mateus Redivo

Retirado de: http://www.vendamais.com.br

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Merchandising ataca os telejornais!


Podemos dizer que hoje o merchandising não está perdoando nada nem ninguém.  

Pela primeira vez o telejornal de maior audiência do país, o Jornal Nacional, servirá de espaço para a realização de merchandising. (...) o "JN no ar", projeto de cobertura especial pré eleições que terá a marca do banco Bradesco. Mas a exibição do merchandising já começou. Em 5 de agosto, a Rede Globo levou ao ar durante o telejornal uma apresentação do projeto e dos dois aviões que serão utilizados para transportar a equipe de reportagem, ambos identificados pelo logo da emissora e do patrocinador da série. Além de aparecer na vinheta que identifica o projeto, a marca do banco – estampada na cauda das aeronaves – foi mostrada em mais cinco ocasiões durante o 5 minutos e 23 segundos da matéria institucional. O “JN no ar” é a atualização da “Caravana JN”, série que antecedeu a eleição presidencial de 2006 em que o jornalista Pedro Bial percorria cidades do país em um ônibus. A “Caravana” também foi patrocinada pelo Bradesco, mas este ano – segundo a Assessoria de Imprensa da TV Globo – será usado um “modelo inovador”. Apesar desta afirmação, a assessoria não configura este modelo como sendo merchandising e diz que a “presença do Bradesco é como de qualquer patrocinador e se dá por meio da marca”.Entretanto, de acordo com o Manual de Formatos Comerciais da Rede Globo, há uma diferença explícita entre “formatos de caracterização de patrocínio”, em que a marca do anunciante aparece sobre a imagem que está sendo exibida (por exemplo, nas partidas de futebol), e os “produtos e formatos diferenciados”, onde se inclui o merchandising. A definição do merchandising para a Globo é a “inserção de produtos, marcas, promoções, serviços ou conceitos, da forma mais natural possível, dentro dos programas da Globo”.Na vinheta que identificará a série de reportagens diariamente, o logo do Bradesco aparece na cauda do avião da Globo. Além disso, sempre que o avião for focalizado, a marca do banco estará visível, o que caracteriza a inserção como merchandising. Segundo o site especializadoAdNews, haverá também a veiculação de uma arte com a aeronave que aparecerá no estúdio onde o telejornal é transmitido ao vivo. A Globo não divulga o valor do patrocínio nem o número de inserções, de acordo com sua Assessoria de Imprensa, por questões estratégicas.O “JN no ar” estreia será comandado pelo repórter Ernesto Paglia e a equipe percorrerá os 26 Estados do Brasil e o Distrito Federal nas cinco semanas que antecedem as eleições. A cada dia, os apresentadores Fátima Bernardes e William Bonner sortearão a cidade a ser visitada pela reportagem no dia seguinte.Sem limitesPara Rogério Christofoletti, autor de Ética no jornalismo (Editora Contexto), e professor responsável pelo Observatório da Ética Jornalística da Universidade Federal de Santa Catarina, merchandising dentro de um telejornal é um fato preocupante, que põe em cheque o compromisso do programa com o jornalismo – que ficaria para “segundo ou terceiro plano”, acredita. “Do ponto do vista do jornalismo não dá para misturar publicidade e jornalismo, não dá para confundir as duas coisas”, afirma Christofoletti.Curiosamente, em 2007, publicidade do mesmo banco Bradesco motivou a demissão do ex colunista do jornal O Globo, Joelmir Beting. O jornalista foi dispensado por ter relacionado sua imagem de jornalista com a empresa ao protagonizar um comercial. A justificativa foi a de que sua atividade como profissional da informação estaria comprometida pela ligação com o Bradesco. Mas a confusão estaria, justamente, na natureza do merchandising. “Fica muito evidente, muito demarcado pro espectador o que é jornalismo e o que é comercial quando há o brake do jornal”, avalia o professor da UFSC. “O merchan acaba com essa divisão. É uma estratégia do departamento comercial da empresa para baratear os anúncios e acaba comprometendo a programação. A pessoa não tem como fugir.”Justamente por isso, as organizações de defesa do consumidor defendem que o merchandising em qualquer tipo de programa deve ser considerado publicidade abusiva, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.Segundo o Rogério Christofoletti, a estreia do merchandising no jornalismo se dar dentro do telejornal mais visto da TV aberta e em época eleitoral é um agravante. “Toda a atenção das pessoas, mesmo quem não gosta de política, acaba sendo bombardeada de informações, e o jornalismo pode auxiliar as pessoas a tomarem decisões”, diz o pesquisador. Elucidação de casos de denúncias, abusos políticos e outras funções do jornalismo estariam sendo deixadas de lado, dando lugar ao entretenimento que incita o consumo.

DE: www.direitoacomunicacao.org.br - Lia Segre ( observatório do direito à comunicação)

Depois do bendito merchandising ser espalhado por programas jornalísticos policiais, mesas redondas, chega, por incrível que pareça, aos telejornais. O "Jornal da Clube - 2ª Edição" exibiu um na noite do dia 20 de maio (confesso que não sou assíduo telespectador do programa em questão) e o anunciante era justamente a instituição em que estudo, o Centro Universitário Barão de Mauá. Ter que parar um telejornal pra fazer propaganda é o cúmulo do absurdo. Imaginem vocês o William Bonner, antes de anunciar uma notícia referente à economia, dizer: "Mas, antes, vamos falar da Caixa Econômica Federal...". Triste. O "Jornal da Clube - 2ª Edição" vai ao ar de segunda à sábado, a partir das 18h55.

DE: Thiago Forato

terça-feira, 12 de julho de 2011

Brazil Promotion


O Brazil Promotion é a maior feira de marketing promocional do país.

  
O evento apresenta as principais novidades e lançamentos do ano em produtos e serviços promocionais, brindes, presentes corporativos, produtos e serviços para a realização de eventos, gráficas especializadas, agências, soluções para o merchandising no ponto de venda, marketing digital, novas tecnologias, mídias interativas e muito mais.
A feira reúne cerca de 200 fornecedores numa área de 14.000 m2, no Transamérica Expo Center, e recebe mais de 11.000 profissionais de decisão das empresas de diversos segmentos do mercado.
Em apenas três dias, você entra em contato com o que há de melhor e mais avançado no setor promocional enquanto se diverte com as atrações da feira: cenografia temática, Show-Room de Ideias (exposição em área com os principais lançamentos da feira); palcos com música ao vivo, performances e sorteios; atrações itinerantes; distribuição de água e refrigerantes; etc. E ainda, pode participar de seminários especias apresentando as últimas tendências em marketing promocional.
A Brazil Promotion é o lugar certo para quem deseja encontrar fornecedores e soluções diferenciadas para campanhas, ações promocionais, merchandising no ponto-de-venda e eventos corporativos.
O acesso é gratuito para os profissionais do setor.CLIQUE AQUI E SE CADASTRE!

Informações
Data: 02 a 04 de agosto de 2011
Horário: das 14 às 21 horas
Transamérica Expo Center – Pavilhões C e D
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo – SP - Brasil
A visitação é gratuita.
Estacionamento é cobrado à parte.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

NOVIDADES

Telas digitais gigantes no ponto-de-venda, mecanismos de gerenciamento de estoque automáticos, mesa interativa sensível ao toque, software que identifica quem são os clientes que entram na loja e até um robô que atende o consumidor em frente à gôndola são algumas das novidades vistas por brasileiros na GlobalShop, no fim de março, e apresentadas ontem em evento promovido pelo Popai Brasil.
Diante da evolução do varejo brasileiro, o que se trata como tendência lá fora pode ser encarado como futurismo por vezes inalcançável aqui. A explicação está na própria apresentação dos especialistas. Como o varejo vai usar tecnologias caras se o investimento é alto? Mas este não é o principal problema. Há ações básicas que não são feitas por grandes varejistas instalados no Brasil.
Se lhe colocarem num corredor do Walmart ou do Carrefour, sem que se saiba em que loja entrou, dificilmente o consumidor reconhecerá onde está. As lojas simplesmente não contam com sinalização suficiente que as identifique, conforme salienta Gilberto Strunck (foto), sócio-diretor da Dia Comunicação. Mas por que isso é um grande problema? Porque os consumidores são fiéis ao varejo. Ele tem um ou dois que costuma ir sempre. Se ele não reconhece toda a sua identidade, quem fizer isso melhor poderá roubá-lo de vocês.

Cases de sucesso
A Target é caso de sucesso visto nos Estados Unidos. Por onde você olhe no corredor há sempre uma ambientação favorável às compras com a personalidade da rede. Essa é apenas uma ponta da transformação do ponto-de-venda em ponto-de-relacionamento, o que também está distante da realidade brasileira. As próprias comunicações de ofertas ainda não são sedutoras. “Temos que trabalhar a criatividade com ações simples e práticas”, aponta Strunck, para quem a comunicação de um produto deixou de ser 360°, bidimensional e passou a ser holística.
Outro assunto que ainda está engatinhando no Brasil é o retorno sobre o investimento, o Roi. Nos Estados Unidos, já inventaram até o Rori, retorno sobre o investimento no varejo. “É uma aplicação das técnicas especificas para este mercado”, aponta Romano Pansera, Diretor Presidente da Promovisão. “Mas não há nada muito diferente do que se conhece por Roi. É mais uma invenção de termo do que uma nova abordagem”, afirma.
O fato é que eles conseguiram medir o aumento de 21,9% nas vendas de um determinado produto fazendo redução de preço e anúncio na TV e atingiram 95% com os mesmos anúncios de televisão e redução de preço, somando a comunicação no ponto-de-venda. “É a prova de que a publicidade chama cliente para o varejo, mas que o merchandising é essencial”, afirma Pansera. E merchandising dos mais básicos até os mais elaborados, passando por um simples monitor ao lado dos produtos que explica suas características, vantagens e benefícios.
A comunicação digital no varejo é apontada como um grande alavancador de vendas. Só a Motorola tem 80 mil telas mostrando seus produtos nos Estados Unidos. “Eles ficam 24 horas no ar, são interativos e custam menos que promotoras que falam ‘probrema’. A comunicação é muito mais eficaz”, afirma Ronald Peach Jr, Diretor Geral da Droid/OM. Esse é um exemplo de aplicação real para o Brasil, mas ainda temos muito para evoluir.

ESCRITO POR:  Bruno Mello